Do nada, minha palavra cessou, meu coração acelerou,
a respiração pesada e o suor escorreu pela pele.
A gagueira ficou inevitável e a vergonha, suprema,
me faz quieto diante de você.
a respiração pesada e o suor escorreu pela pele.
A gagueira ficou inevitável e a vergonha, suprema,
me faz quieto diante de você.
Do nada perceber que já não te vejo com os mesmos olhos de antes,
que a admiração deixou de ser a principal importância sua em minha vida,
sorrir sem perceber quando te avisto ao longe.
Sempre puxar conversa, mesmo que seja bobagem,
só por sua voz, sua delicadeza, seu jeitinho pirado de ser.
Do nada, sem querer, sem pensar, sem pedir,você me conquistou, me comoveu,
me fez sentir um nada perto diante de sua grandeza.
Você pode não saber, mas eu amo você,
talvez desde a primeira vez que te vi,
talvez desde o momento em que nasci,
talvez desde que nossos destinos se cruzaram.
talvez desde a primeira vez que te vi,
talvez desde o momento em que nasci,
talvez desde que nossos destinos se cruzaram.
Agora sei o que é esse fogo que arde sem se ver,
essa dor que desatina sem doer.
Não sei quantificar ou qualificar,
só que o meu coração queria sentir.
essa dor que desatina sem doer.
Não sei quantificar ou qualificar,
só que o meu coração queria sentir.
Na tempestade severa encontrei em seu sorriso
a calmaria dos ventos de minha existência...
Toma....
meu coração é seu!
a calmaria dos ventos de minha existência...
Toma....
meu coração é seu!
Autoria: Diego Ferreira
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