Ela sempre me vem do nada
sem me avisar, sem eu me preparar.
e coloca palavras em minha boca,
pensamentos em minha cabeça,
escritos em meu papel.
sem me avisar, sem eu me preparar.
e coloca palavras em minha boca,
pensamentos em minha cabeça,
escritos em meu papel.
Está sempre sendo influenciada pelo meu estado de espírito,
se estou feliz ou se estou triste, as palavras fluem como um rio na sua nascente,
e o poema se constrói,
sem que eu aos menos saiba quais palavras viriam a seguir.
se estou feliz ou se estou triste, as palavras fluem como um rio na sua nascente,
e o poema se constrói,
sem que eu aos menos saiba quais palavras viriam a seguir.
Na maioria das vezes (senão todas),
eu tenho uma vaga ideia do que escrever, do que pensar.
Tenho apenas um pensamento geral da intenção que me colocou a poetizar,
uma geral do que estou sentindo.
eu tenho uma vaga ideia do que escrever, do que pensar.
Tenho apenas um pensamento geral da intenção que me colocou a poetizar,
uma geral do que estou sentindo.
E então ganho asas e saio por aí,
nas folhas encardidas de papel que ganham um mundo de magia,
me fazem ver os meus sonhos,
me fazem querer meus desejos.
nas folhas encardidas de papel que ganham um mundo de magia,
me fazem ver os meus sonhos,
me fazem querer meus desejos.
Minha inspiração é a minha arma letal,
não uma arma forjada para matar,
mas sim para dar vida,
vida que vemos tantas vezes desfalecida no mundo,
vida que aqui escrevendo está constante e viva...
não uma arma forjada para matar,
mas sim para dar vida,
vida que vemos tantas vezes desfalecida no mundo,
vida que aqui escrevendo está constante e viva...
Autoria: Diego Ferreira

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