“Eu que falei nem pensarAgora me arrependo roendo as unhas
Frágeis testemunhas
De um crime sem perdão
Mas eu falei nem pensar
Coração na mão
Como um refrão de um bolero
Eu fui sincero como não se pode ser” – Refrão de Bolero, Engenheiros do Hawai
Às vezes buscamos ser sinceros, mas o arrependimento nos agarra.
Tentamos agir da forma correta, mas acabamos q por nos machucar, nos envolvendo num arrependimento que nos envolve de corpo e alma.
Eu sou a favor da sinceridade, de que a verdade é a mais correta das ações, então por que nos arrepender?
De palavras mal ditas, de situações mal pensadas...
È amargo saber que mesmo agindo certo,
falando o que se acredita ser, nós nos arrependemos.
E carregamos consigo uma dor, como se tivéssemos feito algo errado.
Como se fossemos monstros!!!
Eu não sei se da próxima vez eu serei sincero, minha consciência tenta me impedir de culpas...
Mas sou sincero mesmo sabendo do que poderá vir.
Deve ser um karma que tenhamos que conviver todos os dias como parte de nós.
Triste saber...
Autoria: Diego Ferreira
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