Eu: por trás de uma muralha sempre existirá um reino frágil
que precisa de um governante sábio: a razão.Tu: uma mãe sempre acolherá um filho em seus braços após chorar: o amor.
Eu: as abelhas sempre voltam para colher o néctar das flores: a vontade.
Tu: aquela constante agonia na espera de seu ônibus chegar: a ansiedade.
Eu: uma senhora que passa todo seu dia sentada em um banco da praça alimentando os pássaros: a calma.
Tu: aquele inesquecível momento em que uma criança sai correndo para abraçar o pai que chega do trabalho: a alegria.
Eu: não conseguir evitar as lágrimas quando alguém importante em nossa vida diz que nos ama: a comoção.
Tu: o constante fato de muitas pessoas saírem de suas cidades em busca de seus sonhos: a coragem.
Eu: o instante em que baixo minha cabeça e me arrependo de
não ter dito que sinto sua falta: a culpa.
Tu: quando começamos a ver realmente aqueles da qual admirávamos tanto: a decepção.
Eu: se trancar a mil chaves e não mais querer o mundo lá fora: o desânimo.
Tu: aquelas poucas pessoas existentes no mundo que deixam de comer para dar a seus filhos: a gratidão.
Tu: quando começamos a ver realmente aqueles da qual admirávamos tanto: a decepção.
Eu: se trancar a mil chaves e não mais querer o mundo lá fora: o desânimo.
Tu: aquelas poucas pessoas existentes no mundo que deixam de comer para dar a seus filhos: a gratidão.
Eu: um flash de êxtase, abrir os braços e sentir o vento em
nosso rosto: a liberdade.
Tu: não querer dormir sozinho, pois teme que em seu quarto haja um monstro dentro do guarda-roupa: o medo.
Eu: poder bater no peito e dizer “Fui eu que fiz isso”: o orgulho.
Tu: olhar para as tristes vidas da qual não somos culpados por nascerem assim: a pena.
Tu: não querer dormir sozinho, pois teme que em seu quarto haja um monstro dentro do guarda-roupa: o medo.
Eu: poder bater no peito e dizer “Fui eu que fiz isso”: o orgulho.
Tu: olhar para as tristes vidas da qual não somos culpados por nascerem assim: a pena.
Eu: estar em meio a uma multidão e assim se sentir só: a
solidão.
Tu: não conseguir evitar o choro ao saber que irás embora: a tristeza.
Eu: acordar de madrugada e olhar para o rostinho de seu filho enquanto dorme: o prazer.
Tu: todos os infortunados que baixam a cabeça no confronto: a vergonha.
Tu: não conseguir evitar o choro ao saber que irás embora: a tristeza.
Eu: acordar de madrugada e olhar para o rostinho de seu filho enquanto dorme: o prazer.
Tu: todos os infortunados que baixam a cabeça no confronto: a vergonha.
Nós: todos os obstáculos que um casal, sempre de mãos dadas,
irá superar para ficar juntos: a vida.
Autoria: Diego Ferreira


Lindo a cada dia que vejo esse leio esse blog esta mais repleto de palavras lindas.
ResponderExcluirobrigado carioquinha!!!
ResponderExcluirTu.. segues levando a viida por onde enxergas o camiinho..
ResponderExcluirEu.. hoje não penso mais onde está o caminho,pq ja perdi muito tempo procurandoo..
Nós: Deus não une ninguém em vão..mas os motivos ainda não apareceram..
Quem sabe um futuro nos espere? <3