Sob o Milh do Golfo Pérsico foi construída você,sob seu sal as flores agora habitam a passarela que meus pés querem andar.
Tais flores que parecem florescer dentre as pedras,
fazendo as riquezas serem quase que imperceptíveis quanto a sua beleza.
Seus castelos parecem não ter fim,
e suas torres tocar o céu.
Por que não me imaginar no topo de uma delas,
tentando tocar as nuvens para ver se elas são doces
ou de algodão.
Por que não me imaginar no topo de uma delas,
tentando tocar as nuvens para ver se elas são doces
ou de algodão.
Diz a lenda que Abu Dhabi refere-se
ao pai dos cervos que lá
um dia habitou.
Suas galhadas não mais residem por lá,
mas ao invés dos cervídeos,
sua rara e onipotente ainda existem.
ao pai dos cervos que lá
um dia habitou.
Suas galhadas não mais residem por lá,
mas ao invés dos cervídeos,
sua rara e onipotente ainda existem.
Olho a minha volta e não sei o que.
Não sei o que mais ver.
Ou o que me falta ver.
Suas flores? Suas abóbadas? O céu límpido?
Não sei o que mais ver.
Ou o que me falta ver.
Suas flores? Suas abóbadas? O céu límpido?
Uma paz entre a riqueza das arquiteturas
e meu eu inquieto.
e meu eu inquieto.
Autoria: Diego Ferreira
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