quinta-feira, julho 18, 2013

Mulheres



Eu as admiro, não é comum, não é normal.
É diferente e especial.
Suas formas de ver os fatos são uma linha tênue além de minha compreensão,
e sua forma de pensar sobre a vida um tanto esclarecedor.

É como se uma fagulha de luz transpassasse uma rocha e iluminasse uma flor que desabrocha.
É assim que elas são em minha vida.
abrem meus pensamentos,
me faz ver em novas perspectivas,
me faz agir com mais sanidade.

Não que eu, homem, seja insano, não é isso,
os homens carregam em suas costas atos mal-feitos,
pensamentos imaturos e afins,
que quase sempre levam uma mulher a sofrer.

Está certo que as mulheres também me fazem sofrer,
mas talvez por ser homem,
por ter minhas imaturidades e meus erros.
Mas a cada dia que passa eu vejo nas mulheres o porto seguro de minha alma trêmula,
um livro aberto com todas as lições básicas de vida,
um conforto afável em todos os momentos, tanto de alegria quanto de tristeza.

Não sou feminista em pensar assim, sou apenas aquele que busca as coisas corretas e leais da vida.
E como eu admiro as mulheres,
eu as sigo!!!

Autoria: Diego Ferreira

terça-feira, julho 16, 2013

Escudo...



Ela me chama de badboy... kkkkkk tenho que rir embora ela diga que sim.
Numa parcela desses fatos até a entendo, mas por quê?

Eu criei uma proteção, um muro, um escudo à minha volta para me proteger dos avassaladores monstros do cotidiano.

E então...

Tenho cara de mau, tatuagens, brincos, sou metalera e outras esquisitices.
Estas são minhas proteções, porque sou frágil e tento esconder dos outros.
Não veio de casa nem de meus amigos tudo que sei que sou interiormente.
Também sei que não posso deixar esse meu lado aflorar, pois me implicaria em sofrimento.

Sou frágil e sentimental...uma vulnerabilidade e tanto!!!

Mas por favor, sempre digo para que não confundam esse meu modo de me proteger com a falsidade.
Falsidade é o avesso de minhas crenças e não cabe atenção no que digo agora.
Essa minha fragilidade que falei anteriormente, não é critério de se envergonhar.
Não!!!!

Na verdade é a parte mais importante de mim mesmo. E como tudo na vida, itens preciosos devem ser protegidos.
Eu me protejo, me esquivo e até me escondo.
Mas há quem já passou pelo meu escudo e me conhece realmente.
O dia em que você num simples gesto olhar no fundo de meus olhos,
você verá minha essência e o que há por trás de tudo isso. Basta olhar em meus olhos com sinceridade!!!

E então cabe a pergunta para estes:
depois de ultrapassarem essa barreira contínua e inevitável que criei, o que realmente de mim vocês encontraram?
Quero que os que realmente sabem me respondam.
Pois o mundo está muito cruel para nos expor à livres vistas.
E eu não nasci para ferir o que há de melhor de mim...

Autoria: Diego Ferreira

sábado, julho 13, 2013

Julgamentos



Não somos iguais... tampouco totalmente diferentes.
Não viemos ao mundo com uma mesma aparência ou opiniões, embora as pessoas insistam em pensar dessa forma.
Padrões de vida, padrões de opiniões, padrões de pensamentos.
Padrões, padrões, padrões!!!

Mas então porque insistem em nos apontar o dedo e dizer que está certo ou errado?
A verdade, ou melhor, a realidade é muito relativa. Não somos iguais.
E o que para uns é errado, para outros pode ser o certo.
Uma história sempre tem dois lados...

Não entendo porque as pessoas insistem em nos julgar errados?
Elas não nos elogiam nos momentos de glória e razão.
Você falou e eu não tiro tua razão: é mais fácil julgar os outros do que a si mesmo.
É mais fácil dizer que não irás conseguir do que tentares algo novo na vida.

As pessoas são assim... julgam demais os outros. Volto a dizer que ninguém nasceu igual, então não há julgamentos certos ou errados, há opiniões diversas.
Julgamentos: mais uma bestialidade criada pelo ser humano.
A menos que eu saiba que o que estou fazendo ou pensando está certo ou errado,
não me julgues, não me critiques, não me elogies!!!

Somos todos iguais na diferença....

Seja você mesmo, essa é a lei básica do livre arbítrio, mas não julgues,
pois sua vida não é sua vida, e sua liberdade acaba onde a do outro começa...

Autoria: Diego Ferreira